"Doce da sabedoria", por Danilo Fochesatto.
O mestre chegou ao templo com o espírito escaldante.
– O que você fez, tolo? – ríspido, perguntou ao discípulo.
– Nada.
– Então onde está o valioso doce da sabedoria?
– Ah, quer saber? Eu comi – orgulhoso, ele bateu na pança e mostrou o rosto lambuzado pelo doce – Sim, eu comi, seu trouxa!
De noite, declararam o fim do mestre, expulsando-o para as montanhas. Entregaram-lhe apenas seus pertences. Um prato vazio, um calendário vencido e uma cabra velha.
Mais tarde, o discípulo teve dor de barriga e, por ter se tornado muito sábio, lamentou o ocorrido para seu amigo sapo.
– O que você fez, tolo? – ríspido, perguntou ao discípulo.
– Nada.
– Então onde está o valioso doce da sabedoria?
– Ah, quer saber? Eu comi – orgulhoso, ele bateu na pança e mostrou o rosto lambuzado pelo doce – Sim, eu comi, seu trouxa!
De noite, declararam o fim do mestre, expulsando-o para as montanhas. Entregaram-lhe apenas seus pertences. Um prato vazio, um calendário vencido e uma cabra velha.
Mais tarde, o discípulo teve dor de barriga e, por ter se tornado muito sábio, lamentou o ocorrido para seu amigo sapo.

3 Comments:
.ô, doença.
sim, claro. mas pra curar, é só comer e se lambuzar do tal doce da sabedoria ou tomar logo um ácido lisérgico para iluminação fast food. amém.
MARAVILHOSOOO!
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