Escritores degenerados & Ilustradores prostituídos, num tein?

quinta-feira, junho 21, 2007

"Junior", por Bandoleiro.

Ele tem que ir embora não dá mais
pra aturar esse cartaz ambulante
pichação malévolo riscado contei
onze swastikas nos braços estrelas
sete golfinhos de bigode símbolos
do ecumenismo invertido Rechtsex
tremismus in Österreichô Sig Rune
Herrenvolk vândalo está violando
nossos dias vim aqui fazer o bem
encontro

Calma Anne parece estranho certo
mas dei uma chance até agora não
teve nada e ele faz um bom trabalho
o melhor que apareceu seguiu a lição
da mãe humanista pedagoga doutora
devemos dar espaço para transpor
barreiras saber que podemos mudar
você também era uma terrorista
quando

Ela morreu ele tem que ir assusta
todos quando passa marchando
meu caso é diferente lutava pelo
verde fazia aquilo pensando
estamos aqui hoje mas e amanhã e
depois de amanhã e no final dos
tempos quem garante diga quando
você vai estar por minha causa
não ficarei estou indo o que fará
quando eu relatar ao comitê
e eles interromperem

Junior venha aqui um instante
tenho uma pergunta responda
você se acha
melhor do que eu

Sim

Estamos de acordo pode ir

Agradeço pela presença de todos
neste dia graças a colaboração
de um de nossos mais produtivos
membros que nos honrou com
a idéia formidável de criarmos
um movimento dentro de nossa
organização para aplacar
explique aqui rapaz como é isso
vamos palmas

Obrigado Poder Branco é o poder
conciliador sobre os males da
violência causados por pessoas
que não tem consideração pelo
semelhante devemos colocar um
basta a toda forma de

Esse é o tipo de iniciativa que
estávamos buscando as faixas
virão segunda domingo ou quarta
conseguimos um autêntico transa
tlântico todo pintado de branco pra
colocar na avenida que será puxado
por vários voluntários

Como ia dizendo antes de ser
interrompido o poder que transcende
o indivíduo e vai nos unir mais do
que nos separar o poder da paz é
o verdadeiro Poder Branco o poder
da supremacia da

Bom chega menos falatório e
mais ação e não se esqueçam